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Dorinha Seabra defende educação como caminho para igualdade de gênero no lançamento da Agenda Legislativa Mulheres do Brasil

A senadora Dorinha Seabra (UB) defendeu a educação de qualidade como chave para ampliar a participação feminina em espaços de liderança durante sessão solene no Congresso Nacional que lançou a Agenda Legislativa Mulheres do Brasil.

Por Redação Zero Um · 10 de junho de 2026 à s 19:12
Dorinha Seabra defende educação como caminho para igualdade de gênero no lançamento da Agenda Legislativa Mulheres do Brasil

O Congresso Nacional realizou nesta quarta-feira (10) sessão solene para o lançamento da Agenda Legislativa Mulheres do Brasil, documento elaborado pelo grupo Mulheres do Brasil com propostas para ampliar direitos, fortalecer a participação feminina e combater a violência contra mulheres e meninas. A senadora Dorinha Seabra (UB) comandou o evento.

Em seu discurso, Dorinha destacou que a educação de qualidade é o instrumento fundamental para que as mulheres ocupem espaços de liderança nos setores público e privado. "É o que permite ampliar a presença feminina na política, na ciência, na gestão pública e nos negócios", afirmou.

A agenda está estruturada em sete eixos prioritários: enfrentamento à violência contra a mulher; participação política e representatividade; autonomia econômica e trabalho; saúde da mulher; orçamento sensível ao gênero; educação e formação; e violência digital, inteligência artificial e ambiente online. A senadora deu ênfase especial à educação, à representatividade feminina e ao orçamento com perspectiva de gênero.

Dorinha também chamou atenção para barreiras que afastam meninas e mulheres da educação, como pobreza menstrual, assédio presencial e virtual e desestímulo à participação em áreas como ciência, tecnologia e matemática. Ela ressaltou a necessidade de enfrentar a misoginia nos ambientes educacionais e digitais.

Ao tratar da violência online, a senadora defendeu medidas de proteção contra deepfakes, perseguição digital e cyberbullying, mas destacou que o enfrentamento exige ações educativas permanentes. "Punir é necessário, responsabilizar também, mas sem educação continuaremos combatendo apenas as consequências de um problema que precisa ser enfrentado na sua origem", disse.

O grupo Mulheres do Brasil reúne mais de 140 mil participantes no Brasil e no exterior e atua de forma suprapartidária na promoção da igualdade de gênero. A Agenda Legislativa 2026 será apresentada ao Congresso como contribuição para debates e votações dos próximos meses.

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