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José Cândido Póvoa reflete sobre os cinco sentidos como milagres cotidianos

Em crônica publicada no portal CT, o poeta e escritor José Cândido Póvoa celebra os cinco sentidos como manifestações diárias de beleza e memória.

Por Redação Zero Um · 15 de agosto de 2026 às 17:00
José Cândido Póvoa reflete sobre os cinco sentidos como milagres cotidianos

O poeta e escritor José Cândido Póvoa, membro-fundador da Academia de Letras de Dianópolis, assina uma crônica no portal CT em que convida o leitor a enxergar os cinco sentidos como verdadeiros milagres cotidianos. No texto, ele descreve a visão, a audição, o olfato, o paladar e o tato como guardiões silenciosos que tornam a vida plena e sensível.

Póvoa destaca a visão como um pintor invisível, que mistura luz e sombra e entrega quadros inéditos a cada piscada. A audição, por sua vez, é apresentada como um poeta das vibrações, capaz de traduzir o vento, o riso e até o silêncio, distinguindo quando ele é paz ou ausência.

O olfato é descrito como um arqueólogo que desenterra memórias perdidas, enquanto o paladar é visto como um gourmet de emoções, que saboreia lembranças e tempera experiências. O tato, considerado o mais humano dos sentidos, confirma afetos por meio do toque e devolve sentimento.

O autor encerra a crônica com uma reflexão sobre a importância de perceber esses pequenos milagres, afirmando que somos feitos de sentidos e que é por meio deles que o mundo encontra sentido em nós. A publicação integra o espaço de opinião do portal, que se define como apartidário e focado na cidadania.

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