Inteligência Artificial e inclusão: uma revolução silenciosa
Artigo de João Metello destaca como a Inteligência Artificial pode promover autonomia e inclusão social para pessoas com deficiência e idosos.

Em artigo publicado no Jornal Tocantins News, o advogado e especialista em IA pela Harvard Business School, João Metello, defende que a Inteligência Artificial, quando usada estrategicamente, vai além da automação e se torna uma aliada da autonomia e participação social.
Metello compara a atual revolução da IA com avanços tecnológicos anteriores, como a máquina de escrever, os computadores e a internet, que também geraram desconfiança inicial. Ele argumenta que, antes de substituir empregos, a IA já ajuda milhões a superar barreiras.
O artigo cita exemplos concretos: aplicativos e dispositivos inteligentes que auxiliam pessoas com deficiência visual a se locomover com segurança, descrevendo ambientes e fornecendo orientações em tempo real. Óculos inteligentes, sensores e apps de navegação acessível são mencionados como inovações a serviço da inclusão.
Na área da comunicação, Metello destaca iniciativas que usam IA para ampliar o acesso à Língua Brasileira de Sinais (Libras), aproximando pessoas e reduzindo barreiras históricas. Ele chama esse processo de 'revolução silenciosa', pois, enquanto o debate público foca em impactos econômicos e substituição de empregos, milhões conquistam mais autonomia.
O texto também aborda a relação entre IA e envelhecimento, citando um estudo do Instituto de Longevidade que aponta que a experiência acumulada e o repertório dos mais velhos podem se tornar diferenciais com o apoio da tecnologia.



