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Dari Fronza propõe priorizar políticas para crianças e jovens na Assembleia Legislativa

Candidato a deputado estadual apresenta plano com foco em evasão escolar, proteção à infância e qualificação profissional para juventude.

Por Redação Zero Um · 09 de setembro de 2026 às 20:06
Dari Fronza propõe priorizar políticas para crianças e jovens na Assembleia Legislativa

O candidato a deputado estadual Dari Fronza (PL) afirmou que pretende manter as políticas voltadas a crianças, adolescentes e jovens entre as prioridades do seu mandato na Assembleia Legislativa do Tocantins. Entre as propostas, ele destaca o acompanhamento de indicadores de evasão escolar, violência, trabalho infantil e acesso à qualificação profissional, que devem orientar a definição do orçamento e a cobrança de respostas do governo estadual.

Uma das iniciativas apresentadas prevê a criação de mecanismos estaduais de busca ativa escolar, para acompanhar faltas recorrentes e casos de abandono. Dari defende maior integração entre escolas, assistência social, unidades de saúde e conselhos tutelares para identificar rapidamente estudantes em situação de vulnerabilidade. "A ausência é um sinal de alerta. Pode indicar dificuldade financeira, violência, exploração, falta de transporte ou desestruturação familiar", afirma.

Para a primeira infância, o candidato propõe audiências públicas e cobrança de metas estaduais em saúde, educação e assistência social, além de emendas ao orçamento para ampliar recursos. Ele também pretende fiscalizar a aplicação dos recursos pelo Executivo. Outra frente é o fortalecimento dos conselhos tutelares, com capacitação, equipamentos e integração dos serviços, e a cobrança de informações sobre o atendimento a vítimas de violência.

Para os jovens, Dari sugere projetos e emendas voltados à qualificação profissional, inclusão digital, permanência estudantil e primeiro emprego, considerando as características econômicas de cada região. Ele defende maior aproximação entre escolas, universidades, empresas e instituições técnicas, além de ampliar a participação juvenil em decisões públicas. "A juventude não precisa apenas de discurso ou evento. Precisa de educação, formação, acesso à tecnologia e oportunidade real de trabalho", conclui.

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