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Sintet apresenta carta-compromisso com 21 pautas da educação a candidatos ao governo do Tocantins

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet) entregou a candidatos ao Palácio Araguaia uma carta-compromisso com 21 reivindicações consideradas urgentes e estruturais para a próxima gestão estadual.

Por Redação Zero Um · 17 de setembro de 2026 às 09:40
Sintet apresenta carta-compromisso com 21 pautas da educação a candidatos ao governo do Tocantins

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet) apresentou aos candidatos ao governo do estado uma carta-compromisso que reúne 21 pautas da categoria. O documento propõe compromissos para a próxima gestão estadual e foi divulgado nesta quinta-feira (17).

Entre as principais reivindicações está a regulamentação imediata do descanso de voz, previsto no artigo 34 da Lei Estadual 4.902 de 2025, que instituiu o novo Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR). O sindicato também cobra melhores condições estruturais nas escolas e o fornecimento adequado de recursos pedagógicos e tecnológicos.

A entidade pede maior agilidade na concessão de licenças para qualificação, políticas permanentes de formação inicial e continuada, além do fim da sobrecarga de trabalho nas escolas de tempo integral e da inclusão do recreio escolar na jornada de trabalho.

Na área da saúde, o Sintet propõe a ampliação de políticas de prevenção ao adoecimento ocupacional, ao estresse e aos transtornos psicossociais. O sindicato também cobra transparência e segurança na gestão do Igeprev, com regularidade nos repasses previdenciários e participação paritária dos servidores nos conselhos do instituto.

A regularização do Servir integra as reivindicações, com defesa do restabelecimento de consultas, exames, cirurgias e internações suspensas, além da ampliação do credenciamento para atendimento em cidades-polo como Goiânia (GO) e Imperatriz (MA), especialmente para procedimentos de alta complexidade. Outro ponto é a revisão do PCCR para assegurar reajustes previstos para os professores normalistas e garantir a aplicação do piso nacional do magistério nas referências indicadas nas tabelas do plano de carreira.

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