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Abel Andrade é reconduzido à Procuradoria-Geral de Justiça do Tocantins com 97,56% dos votos

O procurador-geral de Justiça Abel Andrade Leal Júnior foi escolhido pelos membros do Ministério Público do Tocantins para permanecer no cargo no biênio 2027/2028, em votação realizada nesta quinta-feira, 17.

Por Redação Zero Um · 18 de setembro de 2026 às 10:23
Abel Andrade é reconduzido à Procuradoria-Geral de Justiça do Tocantins com 97,56% dos votos

O Ministério Público do Tocantins concluiu nesta quinta-feira, 17, o processo eleitoral interno que definiu o nome a ser encaminhado ao governador Wanderlei Barbosa para o comando da Procuradoria-Geral de Justiça no biênio 2027/2028. Único candidato ao posto, o atual procurador-geral Abel Andrade Leal Júnior foi confirmado pelos colegas de instituição.

A votação foi eletrônica e ocorreu das 9 às 17 horas. Segundo informações divulgadas pelo órgão, os 123 membros aptos participaram do pleito. Abel Andrade recebeu 120 votos, o que corresponde a 97,56% dos votos registrados. Houve ainda um voto em branco e dois nulos.

A cerimônia de abertura da votação foi realizada pela manhã, no Plenário Sônia Maria Araújo Pinheiro, dos Órgãos Colegiados, em Palmas. A condução do processo ficou a cargo da Comissão Eleitoral, presidida pela promotora Cynthia Assis de Paula e integrada por Cristina Seuser e Daniel José de Oliveira Almeida.

Após o encerramento da votação, a comissão fez a apuração e proclamou o resultado. O nome de Abel Andrade Leal Júnior será encaminhado ao governador nesta sexta-feira, 18, a quem cabe a nomeação do procurador-geral de Justiça.

Em declaração divulgada após a confirmação, o procurador-geral afirmou receber o resultado com gratidão e humildade e disse que a confiança dos membros renova o compromisso com uma gestão participativa e aberta ao diálogo. Ele também mencionou a intenção de dar continuidade a projetos em andamento, fortalecer as condições de trabalho e preparar a instituição para cumprir sua missão junto à sociedade tocantinense.

A presidente da Comissão Eleitoral, Cynthia Assis de Paula, afirmou que o processo foi pautado pela legislação, em especial pela resolução do Colégio de Procuradores que regulamenta a escolha da lista tríplice, e que cada etapa foi cumprida com atenção aos prazos e publicações.

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