Seciju nega privilégio a Igor Veloso e justifica separação de presos por segurança
A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) negou que Igor Gustavo Veloso de Souza, preso pela morte do filho de 3 anos, tenha tratamento diferenciado na unidade prisional.

A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) afirmou que Igor Gustavo Veloso de Souza, preso preventivamente pela morte do filho Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, não recebe privilégios dentro do sistema prisional. A declaração foi dada após a mãe da criança, Sabrina da Silva Feitosa, publicar nas redes sociais que o ex-companheiro estaria em uma "sala VIP" e sendo tratado de forma diferenciada.
Segundo a pasta, a separação de Igor do convívio com outros detentos é uma medida de segurança, baseada na Lei nº 13.167/2015, que estabelece critérios para a separação de presos. A Seciju argumenta que o objetivo é preservar a integridade física do custodiado e a segurança da unidade penal.
A secretaria garantiu que Igor cumpre a mesma rotina, normas internas e horários aplicados a todos os internos, não havendo qualquer tipo de tratamento especial. No entanto, não revelou em qual ala ele está detido, alegando questões de segurança das instalações e proteção dos envolvidos.
A denúncia de Sabrina foi feita após a prisão preventiva de Igor e de sua companheira, Kathellen Moreira, durante as investigações sobre a morte do menino. A mãe afirmou que enfrentou medo e impotência diante do que chamou de homem "influente, renomado, com dinheiro e poder", e disse que continuará cobrando justiça.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a criança morreu em decorrência de múltiplas lesões e hemorragia.



