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Pesquisas eleitorais no Tocantins apresentam cenários divergentes para o Palácio

Levantamentos recentes sobre a disputa pelo governo do Tocantins mostram resultados contrastantes, refletindo a volatilidade do eleitorado.

Por Redação Zero Um · 26 de agosto de 2026 às 11:13
Pesquisas eleitorais no Tocantins apresentam cenários divergentes para o Palácio

Na reta final da campanha eleitoral, diferentes institutos de pesquisa têm divulgado números que pintam cenários opostos para a corrida ao Palácio Araguaia. Enquanto uma pesquisa Quaest aponta a candidata Dorinha Seabra com vantagem de nove pontos percentuais sobre o adversário Vicentinho Junior, um levantamento do Paraná Pesquisas indica empate técnico entre os dois. A disparidade nos resultados reforça a incerteza sobre o desfecho da eleição.

Os dados foram divulgados em meio a uma intensa movimentação dos candidatos pelo interior do estado. Em Porto Nacional, Dorinha fez um apelo para que o eleitorado não confie em promessas vazias, enquanto Wanderlei Barbosa, que apoia sua candidatura, a apresentou como a opção de 'continuidade com crescimento'. A aliança entre eles tem sido um dos eixos da campanha.

Paralelamente, as pesquisas também apontam cenários distintos para a disputa ao Senado. Um levantamento Big Data mostra Eduardo Gomes liderando com 26% das intenções de voto, seguido por Alexandre com 18%, enquanto a Quaest indica um cenário diferente. Essa falta de consenso entre os institutos tem gerado debates sobre a confiabilidade dos números e a estratégia das campanhas.

Apesar das divergências, os candidatos seguem em busca de apoios municipais. Dorinha conquistou o apoio de cinco vereadores em Muricilândia, enquanto Vicentinho anunciou o apoio de seis parlamentares em Dianópolis. Essas alianças locais são vistas como fundamentais para consolidar votos nas regiões.

No cenário nacional, a pesquisa Quaest também aponta Lula liderando a corrida presidencial no Tocantins, com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 32%. Esses números, no entanto, podem não refletir a realidade das urnas, dada a margem de erro e a dinâmica da campanha.

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