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Manifestações de 7 de Setembro pressionam por impeachment de Moraes e criticam Lula

Grupos de direita realizaram atos em várias cidades brasileiras no feriado da Independência, pedindo o afastamento do ministro Alexandre de Moraes e do presidente Lula.

Por Redação Zero Um · 08 de setembro de 2026 às 00:52
Manifestações de 7 de Setembro pressionam por impeachment de Moraes e criticam Lula

Neste 7 de Setembro, manifestações convocadas por grupos de direita ocorreram em ao menos nove capitais brasileiras, com o principal foco em São Paulo, na Avenida Paulista. Os atos tiveram como alvo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de aproveitar a repercussão do caso envolvendo Moraes, o ministro André Mendonça e o Banco Master para ampliar a mobilização.

Na Paulista, o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, discursou defendendo o afastamento de Moraes e criticando o governo Lula. Ele também afirmou que, se eleito, pretende indicar cinco novos ministros para o STF e prometeu endurecer a política de segurança pública. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, participou do evento, mas com tom mais moderado.

Os manifestantes defenderam que o Senado analise os pedidos de impeachment contra Moraes. A mobilização ganhou força após a divulgação de mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, que teriam relação com o ministro. As acusações feitas nos atos, no entanto, representam a visão dos organizadores e dependem de investigação oficial.

Além de São Paulo, houve manifestações em Belo Horizonte, Goiânia, Rio de Janeiro e outras capitais, conforme levantamentos da imprensa. A imprensa internacional, como France 24 e Reuters, repercutiu os atos, destacando a polarização política e o cenário eleitoral a menos de um mês do primeiro turno das eleições de 2026.

Enquanto isso, em Brasília, o presidente Lula participou do desfile oficial de 7 de Setembro, que teve como tema "Soberania: a força que une o Brasil", com a presença de representantes dos Três Poderes. O episódio evidencia a divisão política no país e coloca a crise no STF no centro do debate eleitoral.

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