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Jovem morre em acidente de rope jump após corda principal não ser fixada; polícia indicia 10 pessoas

A Polícia Civil concluiu o inquérito da Operação Falsa Emergência e indiciou Dhieine Caminski e outras nove pessoas pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump em que a corda principal não foi presa ao corpo da vítima.

Por Redação Zero Um · 22 de junho de 2026 às 09:00
Jovem morre em acidente de rope jump após corda principal não ser fixada; polícia indicia 10 pessoas

A Polícia Civil concluiu o inquérito da Operação Falsa Emergência e indiciou Dhieine Caminski e mais nove pessoas pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida durante a prática de rope jump. Segundo as investigações, a jovem pagou pelo serviço e teve os equipamentos de proteção ajustados, além de câmeras posicionadas para filmar o salto. No entanto, a corda principal, essencial para a segurança, não foi fixada ao seu corpo, resultando em uma queda de mais de 40 metros.

O caso ganhou repercussão nacional após vídeos do momento viralizarem nas redes sociais. As imagens mostram que os instrutores seguiram diversos protocolos, mas falharam na verificação do item mais crítico. O laudo pericial apontou que a ausência da corda principal foi a causa direta da fatalidade. A polícia agora aguarda a conclusão dos trâmites legais para definir as responsabilidades criminais.

Especialistas em segurança em esportes radicais destacam que a checagem dupla dos equipamentos é um procedimento básico e inegociável. No caso, a confiança depositada pelos clientes na equipe foi quebrada por uma negligência que poderia ter sido evitada com treinamento e supervisão adequados. A tragédia expõe a necessidade de regulamentação mais rigorosa para atividades de alto risco.

A família de Maria Eduarda manifestou indignação e espera que a Justiça puna os responsáveis. O caso também reacendeu o debate sobre a fiscalização de empresas que oferecem esportes radicais. Enquanto isso, a comunidade local presta homenagens à jovem, lembrada como cheia de vida e sonhos.

O inquérito agora segue para o Ministério Público, que poderá oferecer denúncia ou solicitar novas diligências. A reportagem tentou contato com a defesa dos indiciados, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

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