Dorinha comemora alta de 47% nas exportações industriais do Tocantins e defende mais industrialização
A senadora Professora Dorinha celebrou o crescimento de 47,3% nas exportações de produtos industrializados do Tocantins, que chegaram a US$ 889,4 milhões, e reforçou o compromisso de ampliar a industrialização da produção agropecuária local.

De acordo com dados do Tribunal de Contas da União (TCU), as exportações de produtos industrializados do Tocantins cresceram 47,3% entre julho de 2025 e junho de 2026, passando de US$ 603,8 milhões para US$ 889,4 milhões (cerca de R$ 4,5 bilhões). Com esse avanço, o TCU elevou o coeficiente de participação do estado no rateio do IPI-Exportação para 0,480077% em 2027, um aumento de 37,25% sobre o índice atual.
A pauta exportadora industrial tocantinense é liderada pela carne bovina processada em frigoríficos, além de tortas e resíduos da extração de óleo de soja, óleo de soja, miudezas comestíveis e outros derivados das cadeias animal e vegetal. O valor adicional exportado no período foi de aproximadamente US$ 285,6 milhões (R$ 1,45 bilhão).
A senadora Dorinha destacou a importância do resultado e atribuiu parte do sucesso à gestão do governador Wanderlei Barbosa. “É uma conquista importante para o Tocantins e mostra a força dos nossos produtores, trabalhadores, frigoríficos, agroindústrias e empreendedores. O governo do Estado tem contribuído para criar um ambiente de crescimento”, afirmou.
Dorinha defendeu que o próximo passo é ampliar a agroindustrialização no estado, transformando localmente uma parcela maior das matérias-primas produzidas no campo. “Precisamos atrair novas empresas e transformar mais dos nossos grãos, carnes e demais matérias-primas dentro do próprio Tocantins, gerando empregos, renda e novas oportunidades”, ressaltou.
Para alcançar esse objetivo, a senadora propõe manter a segurança jurídica, ampliar estímulos à instalação e expansão de agroindústrias, melhorar a logística, investir em armazenagem, qualificação profissional e articulação de crédito para produtores e empreendedores. “Quanto mais agregarmos valor aos nossos produtos agropecuários, mais empregos, renda e arrecadação permanecerão no estado”, concluiu.



