Debate ao Governo do Tocantins: 3º bloco é morno e foca em propostas por áreas
O terceiro bloco do primeiro debate entre candidatos ao Governo do Tocantins, realizado na terça-feira (18), foi marcado por propostas setoriais sem confrontos diretos.

O terceiro bloco do primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Tocantins, realizado na terça-feira (18), deixou de lado os confrontos diretos e colocou os concorrentes diante de temas sorteados. Infraestrutura, meio ambiente, agronegócio, economia, saúde e segurança pública entraram na rodada, com dois minutos para cada resposta e sem direito a réplica ou tréplica.
Vicentinho Júnior (PSDB) foi questionado sobre a perda da conexão ferroviária em Figueirópolis. Ele atribuiu o episódio à falta de uma atuação de Estado e defendeu planejamento de longo prazo para a infraestrutura estadual. "Faltou um estadista por nome, talvez, como José Wilson Siqueira Campos. Não basta uma bancada federal", afirmou. Ele também citou a situação da TO-010, na região de Pedro Afonso, e criticou promessas de obras sem planejamento ambiental.
Du Pereira (DC) recebeu o tema meio ambiente e defendeu o reforço na estrutura estadual de prevenção e combate a incêndios. "O Tocantins precisa, urgentemente, de um helicóptero ou de um avião para combater os pequenos incêndios, porque isso transforma em grandes incêndios", disse. Ele também citou o Jalapão como uma das regiões que exigem atenção.
Ataídes Oliveira (Novo) falou sobre agronegócio e apresentou medidas como redução de carga tributária, melhoria de estradas e energia, e acabar com a burocracia. "Nós temos que ter redução de carga tributária, estradas boas, energia boa, acabar com essa burocracia, crédito acessível para quem produz", afirmou. Ele também defendeu a industrialização do agro e a atração de grandes empresas para agregar valor aos produtos.
Professora Dorinha (União Brasil) recebeu o tema economia e defendeu o uso de concessões e parcerias público-privadas para acelerar entregas, mas se disse contra aumento de impostos. "As parcerias privadas, o regime de concessão e outras naturezas são também soluções para quando nós precisamos ganhar tempo e até por alguns modelos de gestão", destacou.



