Curta-metragem 'As Meninas da Luz' encerra produção e busca espaço em festivais
O curta-metragem tocantinense 'As Meninas da Luz' finalizou sua produção e agora inicia a etapa de inscrição em festivais nacionais e internacionais.

Após meses de trabalho, o curta-metragem 'As Meninas da Luz' concluiu sua produção e entra em fase de circulação em festivais e mostras audiovisuais. O projeto foi realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, geridos pela Fundação Cultural de Palmas, e tem como objetivo levar o cinema tocantinense para além das fronteiras do estado.
Com roteiro de Dalila Rosso e direção de fotografia de Vinicius Dias Aguiar, o curta é um drama que mistura suspense, fantasia e mistério. A trama acompanha Jordana, que descobre que sua life coach será presa e que sete anos de práticas espirituais podem ter sido baseados em uma mentira. A obra propõe uma reflexão sobre fé, pertencimento, manipulação emocional e a busca por respostas em tempos de vulnerabilidade.
A ideia começou a ser desenvolvida em 2022. A roteirista e a equipe investiram em cursos de roteiro e audiovisual para aprimorar conhecimentos técnicos. O roteiro levou seis meses para ser finalizado. Após aprovação pela Fundação Cultural de Palmas, a pré-produção foi realizada em oito dias, com definição de locações, testes de figurino e planejamento das gravações. As filmagens ocorreram em quatro locações e foram concluídas em cinco dias. A pós-produção, mais exigente, demandou 25 dias de edição, legendagem, finalização de áudio, computação gráfica e efeitos visuais.
O curta já foi inscrito em seis festivais nacionais, como Cinetoca, Pipoca de Ouro 2026, 25ª Mostra de Audiovisual Universitário e Independente da América Latina (MAUAL), Cineclube Primeiro Domingo 2026, Festival Curtas que Curto e Cinescada. No dia 29 de maio, o filme foi exibido em sessão única no Cine Capivara da UFT, reunindo convidados, equipe e elenco para celebrar a conclusão do projeto. A obra é vista como um símbolo da importância dos investimentos públicos em cultura, evidenciando como políticas como a Aldir Blanc permitem que artistas locais desenvolvam projetos autorais e ampliem a presença do cinema tocantinense em circuitos especializados.



