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Coronel Barbosa usa 7 de Setembro para defender legado na PMTO e propostas de segurança

Ex-comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins e candidato a deputado federal, Coronel Barbosa destacou investimentos e integração como pilares de sua gestão, em artigo no feriado da Independência.

Por Redação Zero Um · 07 de setembro de 2026 às 09:30
Coronel Barbosa usa 7 de Setembro para defender legado na PMTO e propostas de segurança

Em artigo publicado no Dia da Independência, o Coronel Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, ex-comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins (PMTO) e candidato a deputado federal pelo União Brasil, defendeu que o patriotismo se traduz em ações diárias pela segurança e desenvolvimento do país. Ele citou a experiência à frente da corporação, entre 2022 e março de 2026, como principal credencial para representar o estado em Brasília.

Durante sua gestão, a PMTO recebeu investimentos em armamento e equipamentos, incluindo 3.190 armas e mais de 1 milhão de munições. Foram adquiridas 2.752 pistolas 9mm, 140 carabinas 5,56mm, 40 pistolas .40 e 258 espingardas calibre 12, além de 1.033.214 munições e materiais como kits de incapacitação neuromuscular e itens de atendimento pré-hospitalar tático.

No interior, o programa Patrulha Rural foi reforçado com viaturas adaptadas, equipamentos e internet via satélite, além da ampliação do cadastro e georreferenciamento de propriedades. Barbosa destacou que a medida busca garantir segurança no campo, com uso de tecnologia para superar as distâncias.

A gestão também priorizou unidades especializadas, como o Grupamento Aéreo, GIRO e Batalhão Ambiental. A incorporação do helicóptero Esquilo B2 ampliou o apoio aéreo, e convênios com a iniciativa privada somaram R$ 900 mil para fiscalização ambiental. Operações integradas como Cidade Blindada e Escudo reuniram forças estaduais e federais no combate ao crime.

Barbosa ressaltou a valorização dos policiais, com 2.793 promoções entre 2023 e 2025 e mais de 2.900 medalhas de tempo de serviço concedidas. Para ele, a integração entre instituições é essencial para enfrentar a criminalidade organizada, e a experiência adquirida será levada à Câmara dos Deputados.

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