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Caiado recebe alta após pneumonia e anuncia redução no ritmo de campanha

O candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, deixou o hospital neste domingo (13) após quatro dias internado por pneumonia e afirmou que vai diminuir a agenda de campanha nos próximos dias.

Por Redação Zero Um · 13 de setembro de 2026 às 16:19
Caiado recebe alta após pneumonia e anuncia redução no ritmo de campanha

Caiado estava internado desde quinta-feira (10) no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Ele chegou à unidade com quadro de faringite aguda, que evoluiu para pneumonia, confirmada por tomografia do tórax. Em boletim divulgado na quinta, o hospital informou que o candidato estava clinicamente estável, respirava sem ajuda de aparelhos e apresentava boa evolução.

Na saída do hospital, o candidato disse que ainda não está totalmente recuperado e que seguirá tomando medicamentos. Segundo ele, a orientação médica é evitar, por ora, a rotina intensa de viagens e eventos da campanha. Apesar da recomendação, Caiado afirmou que pretende participar nesta segunda-feira (14) de um debate entre candidatos à Presidência.

O candidato comentou ainda o cenário eleitoral e avaliou que o debate político foi ofuscado nas últimas semanas por discussões envolvendo o Supremo Tribunal Federal. Para ele, os concorrentes deveriam voltar a apresentar propostas sobre temas como salários, segurança pública e atendimento pelo SUS. Caiado também pediu que os eleitores avaliem o histórico dos adversários antes de votar.

Entre as propostas que defendeu, está a indicação de quatro mulheres para o Supremo Tribunal Federal caso seja eleito, citando a ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge. Na área da saúde, propôs mudar o sistema de regulação de filas para considerar também a gravidade do paciente, ampliar a telemedicina nas unidades básicas e integrar vagas de hospitais públicos, filantrópicos e privados. Ele disse que pretende indicar a médica Ludhmila Hajjar para o Ministério da Saúde.

Caiado afirmou que ficou quatro dias afastado da campanha e que retorna à disputa com responsabilidade. Segundo ele, o próximo presidente terá o desafio de reordenar a democracia brasileira e resgatar a credibilidade das instituições.

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